Validade de conteúdo: Quando o investigador pretende saber se as tarefas apresentadas na prova constituem uma amostragem representativa de situações ou tarefas nas quais pode manifestar-se o tipo de comportamento considerado, o investigador interessa-se pela validade de conteúdo. Tem a ver com o grau de adequação dos itens em relação à dimensão do comportamento avaliada pela prova. Procura-se apreciar em que medida o conteúdo da prova, isto é, os itens, cobrem os aspectos mais relevantes do construto.
Valores morais: São categorias que indicam e prescrevem o dever ser. Dizem respeito a categorias que orientam as nossas escolhas morais. Há várias taxonomias dos valores. No que diz respeito aos valores morais, são conhecidas as posições de Platão e Aristóteles. Para o primeiro, os valores morais podem resumir-se numa única virtude: a justiça. Para Aristóteles, há uma pluralidade de valores morais. Sem querermos ser exaustivos, podemos indicar os seguintes: a coragem, a amizade, a moderação, a prudência e a temperança.
Virtudes cardinais: Segundo a tradição grega clássica, há quatro virtudes cardinais: prudência, justiça, temperança e valentia. Esta ideia foi retomada, na Idade Média, pela ética cristã.
Vocação: Tendência a exercer atividades relacionadas a uma área profissional, que corresponde aos interesses e aptidões do indivíduo.
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